domingo, 3 de maio de 2009

CBF - Novidades nas transferências



O Regulamento Geral de Competições da CBF traz uma novidade para todas as divisões do Campeonato Brasileiro deste ano. Até 2008, um jogador podia se transferir de um clube para outro desde que tivesse jogado no máximo seis partidas.

A partir de 2009, o atleta inscrito por um clube não poderá competir por outro caso já tenha atuado na competição, diz o artigo 37.

No entanto, o profissional cujo nome constar da súmula na qualidade de substituto e não participar do jogo poderá transferir-se para outro time, desde que, mesmo como suplente, não tenha sofrido punição.

Nos casos em que um jogador seja transferido de um clube para outro, de séries diferentes, serão levadas pelo atleta as punições aplicadas pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) pendentes de cumprimento.

Para finalizar, o artigo 36 mantém o máximo de três atletas estrangeiros relacionados na súmula por jogo; enquanto o 38 destaca que um clube não poderá incluir em sua equipe um jogador que já tenha atuado por dois outros clubes, em quaisquer das séries do Brasileirão, na mesma temporada.



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OPINIÃO:



Lado bom: Protege os clubes financeiramente desprovidos. Principalmente os clube da segundona, não irão perder seus "bons" jogadores durante a competição.


Lado ruim: Jogadores que forem aproveitados em poucos jogos irão perder espaço, já que a única solução será buscar uma vaga dentro do próprio clube.


E vocês o que acham?


3 comentários:

Fernando Amoretti disse...

Acredito que isso seja muito mais negativo do que positivo. Claro que sou contra tracar de clube duas, três vezes de clube no meio do campeonato, mas muitos jogadores não são aproveitados em seus clubes e a maioria não consegue transferência para a Europa então este não se desenvolverá e será mais difícil jogar em outro clube ao final da temporada sem ter "currículo".

Felipe Cunha disse...

Pois é Fernando, concordo contigo. Para os jogadores isso não é bom, vai "trancar" o mercado.

Para os clubes tb pode ser prejudicial, exemplo: Imagina se o Inter coloca pra jogar no início do campeonato o Gil? Ai ele joga uma ou duas partidas e volta pro grupo dos "renegados", e o Inter será obrigado a ficar com ele pagando lá seus 80 mil e não poderá realoca-lo em outro clube.

Achei que a CBF foi muito radical. O único ponto positivo é q vai proteger os clubes da segundona, pois se cara se destacar não poderá ser contratado por um clube da primeira divisão no mesmo ano. O que aconteceu com o Luis Carlos ano passado, desfalcou o Ceará e não foi aproveitado no Beira Rio.

Assunto polêmico...

Pedro Rafael Marques disse...

Acredito que seria mais interessante, que preservassem os times da SÉRIE A, pois com certeza serão o que vão ter maior notoriedade. E no caso, de insucesso de alguns jogadores, poderiam emprestá-los para times da Séries B, C e D.

Creio que esse radicalismo, torne os nossos clubes menos rentáveis nessa época de crise financeira.