sexta-feira, 19 de junho de 2009

O Inter não sabe jogar com centroavante!


Alecsandro é um bom jogador. Não coloco isto em dúvida.

Mas o Internacional tem que rever algumas coisas...

O time colorado não joga com um centroavante, Nilmar e Taison são jogadores velozes e movediços, que trocam de posição a todo momento. Quando Alecsandro entra, o Inter perde velocidade, mas ganha posicionamento. Mas adianta? O Inter não sabe jogar com um centrovante. Isto é fato! Não sou eu que estou dizendo, basta olhar...

Se querem utilizar jogadores como Alecsandro e Leandrão, treinem para isso, o esquema de jogo tem que mudar. Um centroavante precisa de bola no pé (ou na cabeça,como queiram), ele precisa ser "pifado", e no sistema de jogo colorado, isso é quase impossível.

Andrezinho e D'Alessandro, os meias colorados, se acostumaram com os passes longos e lançamentos, pois sabem que na velocidade é duro parar a dupla titular colorada. Os laterais pouco chegam a linha de fundo, vão cruzar para quem? Gols de cabeça são raros...

Por isso, defendo aqui que, enquanto não se encontre uma solução tática para que Alecsandro jogue, sugiro a entrada de um jogador que possa fazer o lado do campo, não defendo nomes nem discuto qualidade individual, é tudo uma questão de esquema.

PS: Apenas um recadinho...Na próxima vez que estivermos perdendo de 2x0, e você for substituído, não sai caminhando calmamente viu Alecsandro? E se estiver machucado, peça a maca, garanto que é mais rápido...

Abraço!

3 comentários:

Fernando Amoretti disse...

Concordo plenamente com o post.
Alecsandro é jogador do último toque, de preferência pra dentro do gol. Não está conseguindo fazer isso não pela falta de qualidade, mas porque não tem quem o auxilie.

Lateral que cruze, no Beira-Rio não existe.

Saudações...

Felipe Cunha disse...

Existe e esta na seleção.

Valeu Dunga!

Pedro Rafael Marques disse...

Queridos amigos colorados, insisto em dizer que o problema não é a equipe e sim o treinador que é pouco versátil em seu esquema de jogo. Lembrem-se que, nos anos em que ele treinou o GRÊMIO, o mesmo tinha esse problema em escalar um centroavante, ou criar uma mecânica de jogo capaz de municiar um atacante terminal como o Alecsandro.